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Não é porque partilhamos a língua ou porque há semelhanças no código postal. Não é porque precisemos de comprar mais. Não é por um sentimento de patriotismo. É porque, hoje, comprar português faz sentido. Há marcas de qualidade, há design disruptivo, há arte materializada em peças. Há produtos que duram vidas e há investimentos que merecem ser feitos. Há uma comunidade de designers, empreendedores e artesãos que continuam a trabalhar na urgência da criação.
Não é só porque sim, é por tanto: porque é mais sustentável, porque é um incentivo a pequenos negócios locais, porque é uma aposta no consumo ético, porque é justo, porque o produto é realmente bom. Porque tem design, porque é único. Porque não é descartável. E nós, mais do que nunca, precisamos de comprar futuro. Precisamos de comprar português.
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