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14. Dezembro 2020

BIENAL INTERNACIONAL DE JOALHARIA CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA

-  Joalharia

BIENAL INTERNACIONAL DE JOALHARIA CONTEMPORÂNEA PORTUGUESA

Em setembro do próximo ano nasce a I Bienal Internacional de Joalharia Contemporânea de Lisboa, ainda marcada pelas transformações que o mundo sofreu em 2020. “Suor Frio” é o título deste projeto que pretende refletir sobre o corpo e o medo, e sobre o sentido que uma joia, hoje, em pleno estado de incerteza e de pandemia, pode ter enquanto objeto de proteção física e espiritual.

A Bienal decorrerá entre 16 de setembro e 20 de novembro de 2021, em vários espaços de Lisboa, e incluirá exposições, colóquios, encontros e masterclasses que têm como principais objetivos “criar chão e abrir o espetro da joalharia contemporânea”, “despertar interesse pelos artistas, pelas galerias”, “criar diferentes públicos” e “estimular o mercado”, explica a curadora Cristina Filipe.

A I Bienal Internacional de Joalharia Contemporânea é organizada pela PIN - Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea com a colaboração do MUDE – Museu do Design e da Moda, do Museu de São Roque da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, do Museu da Farmácia, da Brotéria, da Sociedade Nacional de Belas-Artes, do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes da UCP – Escola das Artes e do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, da Imprensa Nacional – Casa da Moeda, entre outras instituições e artistas que pretendam mostrar, ensinar e questionar a joalharia contemporânea, contribuindo com ideias para enriquecer a programação.

Algumas das peças que estarão em exibição foram realizadas durante o período de confinamento (de 30 de março a 30 de maio de 2020) e fazem parte da exposição online “Joias e Objetos de Proteção para o Século XXI”, organizada pela PIN e apresentada pelo MUDE – Museu do Design e da Moda.

Para esta mostra, a PIN desafiou 30 artistas a criarem peças originais apenas com os materiais e os recursos que tinham à sua disposição durante o confinamento. Algumas das peças reinterpretam as máscaras sanitárias e os materiais de proteção que adquiriram um papel essencial no nosso dia a dia, mas a maioria nasce de referências pessoais, afetos e de um questionamento sobre a atualidade e o futuro.